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sexta-feira, 12 de junho de 2009

quinta-feira, 9 de abril de 2009

VALE A PENA


Você cogita das dificuldades que lhe amargam os caminhos quando, em meio às lutas, prepara-se para a superação das circunstâncias ásperas que se apresentam.

Vale a pena, porém, considerando as possibilidades de pelejar que lhe são concedidas, e que determinam a sua vitória, caso você não desanime, nem descoroçoe, manter-se à frente dos compromissos que lhe dizem respeito.

Você alega cansaço, macerado por mil e um necessidades que demarcam sua rota, como pontiagudas lanças que lhe fisgassem o corpo e a alma, enquanto você se apega às virtudes da prece, entregando-se aos poderes celestes.

Vale a pena, entretanto, como amigo do Cristo, Nele apoiado, demonstrar a grandeza que há em suportar as adversidades, guardando-se na oração como quem vai protegido por broqueis luminosos, em pleno campo de batalhas, firmado na certeza da vitória.

Você lastima os familiares que, contrariamente aos seus anelos, jungem-se a veredas de dissipação ou de indiferença, desdenhando o substrato da fé que você vem esposando, desenvolvendo-se nos empenhos pela própria redenção.

Vale a pena o travo da amargura, agüentado com nobreza, desde que você não se esteja omitindo, nem ignorando que acima dos nossos anseios familiares não entendidos, por isto desatendidos, muitas vezes, paira o Plano Divino a abranger todas as criaturas, no devido momento.

Você chora o filho mergulhado na embriaguês etílica ou no vale desesperador da toxicomania, plenamente deslocado da estrada de equilíbrio que você lhe há apontado, à custa dos sacrifícios e exemplificações com que conduz a nau doméstica.

Contudo, vale a pena o seu denodo, uma vez que ignora você de que pântanos de tormenta transatos provém a alma sob sua atenção, na atualidade, representando a sua dedicação, valiosa contribuição para com o afeto, depondo, então, suas frustrações nas mãos do Senhor.

O Espiritismo tem-lhe aberto a visão do mundo renovado pelo qual aspira seu coração.

Aguarde-o, pois, em serviço, sem desfalecimento, oferecendo o melhor do que disponha, para que, sob as bênçãos de Deus, o amanhã se faça formidável canteiro de venturas, alicerçado nas pelejas que travou e nas lágrimas vertidas por seus olhos, e que foram importantes para o erguimento do templo do amor e da renúncia, sobre o mundo, tendo valido a pena você haver-se tornado um servo dos próprios deveres, para converter-se em cooperador dedicado de Jesus Cristo, sopesando lutas e afrontas, semeando o imbatível bem, para a glorificação dos Céus em seus esforços remissores.

Thereza de Brito

(De "Nossas riquezas maiores", de J. Raul Teixeira - Diversos Espíritos)

terça-feira, 17 de fevereiro de 2009

A felicidade é própria do indivíduo e não do meio material


"A felicidade é própria do indivíduo e não do meio material. "
Com sabedoria Jesus nos ensinou que o reino de Deus não é deste mundo, e viveu, dando o exemplo do desprendimento dos bens e de compreensão para as criaturas de seu tempo.

Lembrou-nos sempre que somos Espíritos imortais, temporariamente vestidos de carne para aperfeiçoamento nesta escola, que chamamos Terra.

Se analisarmos com calma, verificaremos que nosso corpo é um instrumento valioso ofertado pelo Criador, é o templo de nosso Espírito. O cérebro material, submetido aos centros diretivos da mente, funciona encerrado na caixa craniana, à maneira de usina quase lacrada num cofre forte.

Ainda assim, é importante considerar que não somos o corpo, mas nos servimos dele. Devemos atendê-lo em suas necessidades reais e deixarmos de lado as imaginárias ou artificiais, que nos consomem tempo e recursos preciosos.

Felizes serão aqueles que entenderem que precisamos de coisas simples, básicas, para nossa vida material, e que no aspecto espiritual, a felicidade consiste na fé em Deus, na convicção da imortalidade da alma, e na consciência pura.

(De "DIA-A-DIA - CONCEITOS PARA VIVER MELHOR", de Paulo R. Santos)

sábado, 26 de abril de 2008

Mensagem Fraterna


Guarde-se do mal e defenda-se dele com a realização do bem operante.

Há muito que fazer, valorizando a oportunidade e serviço que surge inesperada.

A intriga não merece a atenção dos seus ouvidos.

A injúria não merece o respeito da sua preocupação.

A ingratidão não merece o respeito da sua preocupação.

A ofensa não merece o zelo da sua aflição.

O ultraje não merece o seu revide verbalista.

A mentira não merece a interrupção das suas nobres tarefas.

A exasperação não merece o seu sofrimento.

A perseguição gratuita não merece a sua solicitude.

A maledicência não merece o alto-falante da sua garganta.

A inveja não merece o tempo de que você necessita para o trabalho nobre.

Abra os braços ao dever, firme-se no solo do serviço, abrace-se à cruz da responsabilidade, recordando o madeiro onde expirou o Cristo e, em perfeita magnitude, desafie a fúria do mal.

O lídimo cristão é fiel servidor.


(De "Legado Kardequiano", de Divaldo P. Franco, pelo Espírito Marco Prisco)

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Feliz Ano Novo


Quero agradecer a todos que me visitam e desejar um Ano Novo de paz e saúde, porque o resto a gente corre atrás. E desejar a todos que Deus aumente o campo espiritual de cada um de vocês que aportaram no nosso blog, seja por mera curiosidade ou por amizade, aos meus novos amigos da blogosfera Adriana, Du, Leo, Adriano, Lelo, Diego , entre outros, beijos no coração de todos vocês e muita, mas muita paz de espírito e luz no caminho de todos. E também eu quero oferecer essa letra de música pra vocês refletirem, eu acho muito bonita e fraternal, e como o natal passou, fica como presente de Ano Novo. o autor é Peninha, a letra e a música são lindissimas se alguem tover oportunidade de ouvi-la faça isso, porque é de uma grande elevação, beijos


Abre coração

Vê se tira de uma vez toda mágoa do seu coração

Tá na hora de soltar a criança que existe em você

Pega o barco da alegria sem medo e navega

Deixa o teu amor fluir natural

Porque vale a pena, porque a vida é linda

Porque é natal

Você pode se quiser, dividir pra somar com alguém

Um sorriso, uma palavra de amor não machuca ninguém

Hoje pode ser um tempo melhor do que ontem

Basta cada um fazer seu papel e não tem desculpas

Todo mundo pode ser papai noel

Vem me dar de presente o teu perdão

Um abrigo, um abraço, atenção

Um brinquedo, uma luz, abre o coração

Um amigo de fé traz o céu pro chão

Vem se dar sem pensar em receber

Teu carinho no escuro é um clarão

Tem alguém precisando de você

Um feliz natal, vamos dar as mãos

terça-feira, 27 de novembro de 2007

O verde


O verde


Eu lhe dou o oxigênio que respira.

Combato a poluição.

Embelezo e alegro os ambientes com minhas cores.

Sirvo, às vezes, de cupido.

Sou lembrado até na morte como símbolo de pureza.

Faço tudo isso sem muita exigência, ajudando o pobre e o rico.

Eu sou frágil plantinha!

Por favor, não me machuque...

Deixe-me viver.


Encontrei esse pequeno poema em um folheto do Departamento de Parques e Jardins Mario Costa Borges, aqui da minha pequena cidade Feira de Santana, Bahia, não tem autor, até gostaria de saber quem escreveu essas palavras simples, mas que tocaram nosso coração. Acabei lembrando de ter ouvido várias palestras, dizendo que é nas pequenas coisas da natureza que está a prova da existência de Deus, às vezes esquecemos de agradecer tamanha dádiva, não é verdade?, por falta de tempo, pela correria do nosso dia-a-dia, não olhamos para as plantas dos jardins dos nossos caminhos, por isso, lendo esse poeminha lembrei que faz tempo que não agradeço a Deus: Obrigada Senhor, pelas pequenas plantas que nos ofertam o oxigênio, das muitas que retiramos nossos remédios, e das que fornecem nossos alimentos material e espiritual.
Muita paz para todos e beijos fraternos